segunda-feira, 8 de maio de 2017
domingo, 7 de maio de 2017
Poema 'Nirvana' de Charles Bukowski
Reflexão sobre nossas vidas
Nirvana de Charles Bukowski gira em torno de um jovem que viaja sem destino, questionando seu propósito no mundo.
Durante viagem, ele parou num restaurante, e apenas naquele momento algo é despertado dentro de si.
"Nirvana" é um cartão de melancolia e memórias.
sexta-feira, 5 de maio de 2017
A FILOSOFIA COMO REVOLTA
A filosofia é em sua essência revolta, uma vez que ela é pensamento crítico e radical sobre a realidade. Seu objetivo é desfazer os nós dos problemas. A filosofia procura tornar claro aquilo que é obscuro. Ela é um discurso reflexivo sobre a realidade, e sobre toda forma de crença e misticismo. Ela busca a clareza para lançar luz sobre a penumbra. Por este motivo, não há filosofia sem revolta. A revolta surge quando tudo se torna claro, quando por um ato de intuição nós chegamos à verdade. Quando nos damos conta da mentira e da ilusão nos revoltamos. É a clareza da verdade que nos perturba. MAIS
Criança Geopoliticus – Salvador Dalí, by Liliane Pereira de Amorim
ADAPTAÇÃO CURRICULAR
VIDEOCONFERÊNCIA: Construindo Adaptações Curriculares – Abordagem Multidisciplinar (2016)
Sinopse
Conceituar e disseminar o trabalho de adaptações curriculares realizado por Professores e PCNPs das áreas curriculares para alunos da educação especial.
A videoconferência foi realizada em 23 de fevereiro de 2016. Para acessar, basta colocar o nome da videoconferência na barra de busca do site.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Eu Despedi o Meu Patrão - Zeca Baleiro
A música brinca com os conceitos marxistas de "mais valia" e "valor de troca".
Segundo Karl Marx o conceito de troca entre mercadorias, consiste em o trabalhador vender sua força de trabalho em troca de salário. A "mais valia", neste caso, define a diferença entre o valor da mercadoria produzida e a soma do valor dos meios para sua produção, incluindo o valor do trabalho.
A partir destas ideias o Zeca Baleiro afirma, de forma irônica, que não recebe em dinheiro o valor total por aquilo que produziu e sugere trocar seu salário por sossego.
A música termina com um fragmento de Soneto do poeta baiano Gregório de Mattos que trata da exploração exercida pela classe dominante e, consequentemente, pelos países de capitalismo mais desenvolvido: "Neste mundo é mais rico o que mais rapa". E ainda crítica às instituições em geral ao afirmar que "Quem dinheiro tiver, pode ser Papa".
Eu Despedi O Meu Patrão
(Zeca Baleiro, Capinan)
Eu despedi o meu patrão
Desde o meu primeiro emprego
Trabalho eu não quero não
Eu pago pelo meu sossego...(2x)
Ele roubava o que eu mais valia
E eu não gosto de ladrão
Ninguém pode pagar
Nem pela vida mais vazia
Eu despedi o meu patrão...
Eu Despedi O Meu Patrão!
Eu despedi o meu patrão
Desde o meu primeiro emprego
Trabalho eu não quero não
Eu pago pelo meu sossego...(2x)
Ele roubava o que eu mais valia
E eu não gosto de ladrão
Ninguém pode pagar
Nem pela vida mais vadia
Eu despedi o meu patrão...
Eu Despedi O Meu Patrão!
Eu despedi o meu patrão
Desde o meu primeiro emprego
Trabalho eu não quero não
Eu pago pelo meu sossego...(2x)
Ele roubava o que eu mais valia
E eu não gosto de ladrão
Ninguém pode pagar
Nem pela vida mais vazia
Eu despedi o meu patrão...
Eu despedi o meu patrão
Desde o meu primeiro emprego
Trabalho eu não quero não
Eu pago pelo meu sossego...(2x)
Ele roubava o que eu mais valia
E eu não gosto de ladrão
Ninguém pode pagar
Nem pela vida mais vadia
Eu despedi o meu patrão...
Não acreditem!
No primeiro mundo
Não acreditem!
No primeiro mundo
Só acreditem!
No seu próprio mundo
Só acreditem!
No seu próprio mundo...
Seu próprio mundo
É o verdadeiro
Meu primeiro mundo
Não!
Seu próprio mundo
É o verdadeiro
Meu primeiro mundo
Não!
Seu próprio mundo
É o verdadeiro
Primeiro mundo
Então!...
Mande embora
Mande embora agora
Mande embora
Mande embora agora
O seu patrão
Seu patrão (O seu patrão!)
Mande embora
Mande embora agora
Mande embora, agora
Mande embora o seu patrão
O seu patrão...
Ele não pode pagar
O preço que vale
A tua pobre vida
Oh Meu!
Oh Meu irmão!...(2x)
(Neste mundo é mais rico o que mais rapa:
Quem tem mão de agarrar, ligeiro trepa;
Quem menos falar pode, mais increpa:
Quem dinheiro tiver, pode ser Papa.)
* A parte em parênteses é trecho de soneto de Gregório de Mattos, poeta baiano barroco *
(Texto: You tube)
"O currículo precisa preparar os alunos para a vida"
Em entrevista durante Seminário Internacional sobre a Base Nacional Comum, o CEO da Curriculum Foundation afirma que os países que adotaram currículos nacionais estavam em busca de um aprendizado que preparasse seus alunos para além da escola.
segunda-feira, 1 de maio de 2017
Filosofia na Escola - Marcos Sidnei Pagotto-Eusébio
O professor Marcos Sidnei Pagotto-Eusébio conversa sobre o ensino de Filosofia na Educação Básica - tanto no Ensino Médio quanto no Fundamental
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