quarta-feira, 12 de março de 2014

JUNTE-SE A CAMPANHA


O Projeto de Lei nº 6.003, 2013 do Deputado Federal Izalci (PSDB) visa a alteração dos arts. 9º, 35 e 36 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, de diretrizes e bases da educação nacional (LDB). O artigo 36 diz respeito à obrigatoriedade das disciplinas de Filosofia e Sociologia nos currículos escolares. E o Deputado Izalci deseja eliminar essa obrigatoriedade, ele pretende criar uma única disciplina, a fim de suprir o exercício de cidadania. 

O problema disso, além de tratar como uma única disciplina, duas áreas do conhecimento que são completamente distintas, é a perda nos currículos escolares, uma vez que não sendo obrigatórias, diversas escolas podem optar por não disponibilizarem o conteúdo. E ainda que esteja disponível nas escolas, direcionar a Filosofia e Sociologia para o exercício da cidadania é despotencializar o que essas disciplinas tem a oferecer, qual seja, os conhecimentos reflexivo e crítico. 

Não podemos permitir que nos tirem o aprendizado que extrapola a formalidade das demais disciplinas. É preciso que os jovens tenham a oportunidade de aprenderem a pensar por si mesmos, entretanto, com embasamento teórico e prático para fazê-lo e, ao eliminar a obrigatoriedade da Filosofia e Sociologia da grade curricular, estamos correndo o risco de deixar que formem no ensino médio jovens alienados e sem teor crítico. 






Fonte do texto e imagem: 
https://secure.avaaz.org/po/petition/Ao_Presidente_Federal_da_Camara_dos_Deputados_Henrique_Eduardo_Alves_Nos_somos_contra_o_Projeto_de_Lei_no_6003_2013/?pv=2



sábado, 8 de março de 2014

Orientações para o Planejamento de Filosofia 2014


FILOSOFIA

Quando elegemos como objeto de reflexão o ensino de Filosofia, estamos adentrando em uma seara bastante complexa, na medida em que educação e filosofia constituem-se em duas áreas distintas, porém estão conjugadas diante da reflexão e produção do saber.

Nesse aspecto, é primordial pensar filosoficamente o ensino de filosofia, como também o conceito de Filosofia e quais filosofias queremos ensinar. Nessa tarefa, com o objetivo de subsidiar o trabalho docente no processo de planejamento, a equipe curricular de Filosofia da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CGEB) apresenta algumas considerações baseadas no diagnóstico de aprendizagens do educando, conforme sugerido no documento anterior (Orientações para a organização dos Trabalhos para o início do Ano Letivo de 2014). Se consideradas as orientações anteriores, os professores terão a oportunidade de iniciar o seu planejamento a partir do diagnóstico obtido por meio das aulas dialogadas e trocas de impressões e experiências com os seus alunos.

É importante destacar que a construção do planejamento deve estar de acordo com o Currículo do Estado de São Paulo, articulado às especificidades da realidade das turmas e da escola. Ou seja, no processo de planejar os professores devem refletir e efetuar uma articulação entre o que está no Currículo Oficial e a realidade que se apresenta na instituição de ensino. Essa articulação tem a finalidade de promover aulas com o desenvolvimento teórico e a proposição de atividades práticas passíveis de serem compreendidas pelos alunos e, assim, compor um repertório de formação. Nesse contexto, sugerimos que os professores ao planejar, tendo como base o currículo e o diagnóstico, procurem observar os materiais que podem apoiá-los nessa empreitada.

Nesse sentido, sugerimos que os professores estudem os materiais produzidos pelo Programa São Paulo Faz Escola, os Cadernos do Professor e do Aluno, que neste ano de 2014, chegarão às unidades escolares com algumas alterações em suas Situações de Aprendizagem, como por exemplo, a atualização de imagens e textos. Os Cadernos são um importante material de apoio para o desenvolvimento do Currículo Oficial, mas não é o único. Os professores devem pesquisar e estudar também outros materiais que podem apoiá-lo no desenvolvimento do Currículo, como, por exemplo, os livros didáticos, jornais, revistas, filmes, entre outros. É importante ter em vista que as Situações de Aprendizagem propostas nos Cadernos podem, e muitas vezes devem ser atualizadas, aprofundadas e até modificadas de acordo com a experiência e com o diagnóstico realizado.

Observamos que o plano de aula, como parte do processo de planejamento exige a mesma postura crítica de reflexão, ação e revisão de todos os pontos de uma sequencia didática proposta. Dessa forma, há que considerar os objetivos indicados pelo diagnóstico e pelo currículo, a metodologia no contexto da abordagem inicial, os fragmentos de textos filosóficos, as estratégias de leitura e apropriação dos temas e conceitos e a avaliação da aprendizagem.

Diante do exposto, no planejamento da disciplina Filosofia, os professores poderão propor reflexões que possibilitem aos alunos nas suas diferentes condições, adentrar à esfera da tradição filosófica. Os docentes, no processo de planejamento, devem considerar, ainda, que os alunos precisam ser “despertados” para o caráter formativo da Filosofia no âmbito da cidadania. É neste âmbito que a figura do professor é indispensável, pois é o docente que proporciona uma formação diferenciada e significativa ao criar situações problematizadoras, introduzir novas informações e conhecimentos, dando e criando condições para que o estudante reflita e tome posições, argumente e, assim, sofistique sua compreensão da realidade.

Assim, os pontos do currículo e o diagnóstico realizado devem, por meio do planejamento, propiciar a articulação entre as questões existenciais, sociais e estéticas, presentes no nosso cotidiano e os textos clássicos de Filosofia. Observa-se que, cabe ao professor, se aproximar da linguagem e dos elementos factuais e culturais para promover os problemas e temas indicados pelo currículo. Tal tarefa não é fácil, dado que a linguagem filosófica apresenta conceitos e juízos sofisticados. Este desafio em sala de aula pode ser enfrentado, por exemplo, por oficinas de conceito, como denominou Silvio Gallo (2010: p.163), quando trata de organização dos conteúdos de estudo.

Ao abordar as situações de aprendizagem propostas nos Cadernos ou ao elaborar situações de aprendizagem para atender as necessidades das turmas e aproximá-las do que está posto como conteúdo no currículo, os professores devem atentar para o desenvolvimento/aperfeiçoamento das habilidades e competências. Lembramos que atentar para o desenvolvimento de competências e habilidades implica um comprometimento da instituição escolar, com o trabalho pedagógico integrado, em que as responsabilidades de cada docente estão previamente definidas. Assim, para fomentar o processo de aprendizagem, a partir do desenvolvimento de habilidades e competências, o docente deve tratá-las como finalidades e não como substantivos sem ressonância em sala de aula. Dado que competência, segundo Perrenoud (1990, cap.3) “orquestra um conjunto de esquemas. Envolvendo diversos esquemas de percepção, pensamento, avaliação e ação. (...) construir competência significa aprender a identificar e a encontrar os conhecimentos pertinentes. (...)”, em outros termos, competência implica mobilização do conhecimento e saberes para elaborar respostas criativas para soluções de novos problemas.

Enfim, habilidades e competências indicadas no currículo do Estado de São Paulo devem ser trabalhadas no sentido dialogar com a realidade dos alunos conduzindo-os desenvolver a reflexões críticas e autonomia intelectual.

Sugestões de materiais de apoio:

www.universia.com.br - Este sítio disponibiliza gratuitamente: fotos (Obras de artes de vários museus) e paisagens (de vários países), além de obras literárias (download grátis).

www.dominiopublico.gov.br - Este sítio disponibiliza além de centenas de livros gratuitos, músicas brasileiras para download.

www.portacurtas.com.br - Este sítio da Petrobrás disponibiliza dezenas de curtas metragens, documentários, animação, ficção, entre outros.

www.curtanaescola.org.br - O acervo pedagógico do sítio contém 382 curtas metragens.

http://masp.art.br/masp2010/acervo_sobre_o_acervo_do_masp.php - Este sítio disponibiliza o acervo do MASP (pinturas, esculturas, aquarelas, entre outras obras de artes).

http://culturaecurriculo.fde.sp.gov.br - Neste sítio do Projeto “O cinema vai à escola”, consta a relação de 40 filmes, assim como suas respectivas sinopses, que as escolas da rede pública receberam.




Orientações para o Planejamento Escolar 2014, pg. 75 - 79





sábado, 22 de fevereiro de 2014

CURRÍCULO +


Iniciativa integrante do Programa Novas Tecnologias – Novas Possibilidades da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, desdobra-se a partir da disponibilização de uma plataforma de sugestões de conteúdo digital (vídeos, animações, jogos digitais, simuladores, infográficos e áudios) como recurso pedagógico complementar, selecionados segundo o Currículo do Estado de São Paulo por meio de um processo contínuo de construção coletiva com educadores da Rede.




CURRÍCULO+ (Vídeo: Conheça o Currículo+)

CURRÍCULO+ (Pré-inscrições)

CURRÍCULO+ (Regulamento)

CURRÍCULO+ (Videoconferência de 10/02/2014)

CURRÍCULO+ (Site)


Fonte: http://curriculomais.educacao.sp.gov.br/sobre-o-curriculo/ 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Programa Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas.


PROGRAMA ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS



O Comitê Interinstitucional de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas é formado por integrantes de diversas Secretarias Estaduais, dentre elas a Secretaria da Educação, conforme Decreto nº 60.047 de 10.01.2014.

Solicitamos a divulgação, junto às unidades escolares de sua jurisdição, o Relatório de Atividades 2011/2013 do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, da Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania, bem como um conjunto de gráficos organizados por este mesmo Núcleo.


http://uipi.com.br/



CPRESP
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