segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Simone de Beauvoir, uma mulher actual


Simone de Beauvoir nasceu em Paris, em 1908. Formou-se em filosofia, em 1929, com uma tese sobre Leibniz. É nessa época que conhece o filósofo Jean-Paul Sartre, que seria o seu companheiro de toda a vida.

Escritora e feminista, Simone de Beauvoir fez parte de um grupo de filósofos-escritores associados ao existencialismo, um movimento que teria uma enorme influência na cultura europeia do século XX, com repercussões no mundo inteiro.









sábado, 24 de outubro de 2015

III Semana de Filosofia do CEFS







Outra Margem - Revista de Filosofia


Artigos 
Subjetividade, Temporalidade e Síntese Passiva do Tempo na Fenomenologia da Percepção de Merleau-Ponty
Beatriz Viana de Araujo Zanfra (UNIFESP)

O Problema Homem-Máquina no Filme Robocop
Cecília de Sousa Neves (UFU)

Ruptura entre as Artes e as Ciências: Uma abordagem da cultura ocidental a partir de Vilém Flusser
Debora Pazetto (CEFET-MG)

Feuerbach e o Processo de Secularização Ocidental
Francisco Jozivan Guedes de Lima (PUCRS)

Sartre e a relação entre Real e Irreal na Obra De Arte
Gabriel Gurae Guedes Paes (UFSCAR)

Escrita e Formação Intelectual em um Mundo Sem Deus: As Palavras De Jean-Paul Sartre
Marcelo de Sant’Anna Alves Primo (UFS)

At the Margin of the Gift: The Struggle for Recognition and Justice as “Complex Equality” in Paul Ricoeur’s Thought
Maria Cristina Clorinda Vendra (Universitá Chieti-Pescara)

Moralidade e Legalidade em Kant
Mateus Salvadori (UCS)

A Desmedida do Sublime
Regina Sanches Xavier (UFMG)


Do Amor pela Virtude sem Moralina: Quem é o Virtuoso Nietzschiano?
Adolfo Miranda Oleare (IFES)

Nietzsche, Filósofo da Religião
Alexandre H. Reis (UNIVASF e UFRGS)

Hume e Nietzsche sobre o Naturalismo Moral
Andreh Sabino Ribeiro (UFMG)

A Genealogia da Moral e a Moral da Compaixão
Eli Vagner Francisco Rodrigues (UNESP)

Sobre Moralidade, Indivíduo e Consciência em Nietzsche
Gustavo Bezerra do N. Costa (UECE)
Ruy de Carvalho R. Jr. (UECE)

A Problemática do Homem e a Estilística da Existência
Ísis Zisels (UFOP)

O Eterno Retorno e a Estilística da Existência
Laurici Vagner Gomes (UFMG e UEMG)

A Dissolução do Antagonismo Liberdade X Determinismo: A Contribuição Compatibilista de Nietzsche
Leonardo Camacho de Oliveira (UFPEL)

Se Nietzsche, Então Sofística?
Rodrigo Francisco Barbosa (PUCPR)

Schopenhauer, o Filósofo dos Niilistas
Vitor Cei (UFES)


sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Curso: Adeus, Weber



Adeus, Weber é coordenado e apresentado pelo sociólogo Gabriel Cohn, da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da USP e especialista na obra de Max Weber. O curso é centrado na apresentação da ideia primordial que permeia o pensamento de Max Weber e também do que ele considerava um verdadeiro alicerce, o poder como relação - não como atributo de alguém e sim como relação entre homens.

Adeus, Weber: Agência e Instituição
A aula que abre o curso Adeus, Weber é centrada na apresentação da idéia primordial, que permeia o pensamento de Max Weber, do relacionamento entre ação e instituição. Buscando transmitir o núcleo do pensamanto weberiano, o professor Gabrie Cohn vai também conduzir ao conhecimento daquilo que para Weber é um verdedeiro alicerce: o poder como relação e não como atributo de alguém, mas como relação entre os homens. O professor lança o desafio: no cenário atual talvez ainda haja o que se apreender de Weber. Vamos saber o que? Estado, poder, tradição de Maquiavel e Hobbes em Weber, são alguns dos temas que perpassam a aula.

Adeus, Weber: Economia e Política
Partindo da premissa de que Max Weber trabalha na perspectiva dos dominantes, Gabriel Cohn contrapõe o tema da dominação ao modo individual de condução da vida. A partir daí, traduz para o expectador as dimensões políticas e econômicas do pensamento weberiano. Tais dimensões, em Weber, estão imbricadas e, segundo o professor, não podem ser dissociadas.

Adeus, Weber: Acumulação e Seleção
O professor Gabriel Cohn, da FFLCH, continua o curso sobre o pensador Max Weber. Nessa aula, ele confronta o pensamento de Weber com o de seu contemporâneo, o filósofo Niklas Luhmann.

Adeus, Weber: O mal-estar na modernidade
Na última aula do curso Adeus, Weber, organizado pelo Centro Universitário Maria Antonia, o professor Gabriel Cohn conta como o filósofo Max Weber enfrenta a questão da modernidade. Na aula, o professor da FFCLH-USP fala sobre o desconforto demonstrado por Weber e confronta seu pensamento com o do sociólogo alemão, Niklas Luhmann.








quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Pensamento africano, afro-brasileiro e educação


Dossier: Pensamento africano, afro-brasileiro e educação


FILOSOFIA AFRICANA E CURRÍCULO: APROXIMAÇÕES PDF
Adilbênia Freire Machado 4-27

FILOSOFIA DA ANCESTRALIDADE COMO FILOSOFIA AFRICANA: EDUCAÇÃO E CULTURA AFRO-BRASILEIRA PDF
Eduardo David de Oliveira 28-47

ANCESTRALIDADE E LIBERDADE: EM TORNO DE UMA FILOSOFIA AFRICANA NO BRASIL PDF
Luis Carlos Santos 48-61

DENEGRINDO A EDUCAÇÃO: UM ENSAIO FILOSÓFICO PARA UMA PEDAGOGIA DA PLURIVERSALIDADE PDF
Renato Noguera 62-73

OUTRAS VOZES NO ENSINO DE FILOSOFIA: O PENSAMENTO AFRICANO E AFRO-BRASILEIRO PDF
wanderson flor do nascimento 74-89

FILOSOFIA DA ANCESTRALIDADE (Resenha) PDF
Flávia Damião 90-97

O ENSINO DE FILOSOFIA E A LEI 10.639 (Resenha) PDF
Rodrigo dos Santos 98-108


Artigos


EDUCAÇÃO, CONHECIMENTO E FINITUDE PDF
Cezar Luís Seibt 109-123

AUTOFORMAÇÃO E EXPERIÊNCIA SENSÍVEL EM “FILOSOFIA COM CRIANÇAS” PDF
Dagmar de Mello e Silva, Silmara Lídia Marton 124-141

JOHN DEWEY E GEORGE ORWELL: SOBRE A RELAÇÃO ENTRE O PENSAMENTO, A COMUNICAÇÃO E O PODER PDF
José Claudio Morelli Matos, Thais Ferreira Ali 142-161

(RE)PENSANDO POLÍTICAS E CULTURAS IDENTITÁRIAS NO CURRÍCULO: AS CONTRIBUIÇÕES DE FOUCAULT PDF
Laura Cristina Vieira Pizzi, Walter Matias Lima 162-172

FOUCAULT Y RANCIÈRE COMO EDUCADORES. LA EXPLICACIÓN COMO TÉCNICA DE SÍ MISMO PDF
Leonardo Colella 173-184

EL COMPLEJO MUNDO DE LAS VALORACIONES Y EL PROBLEMA DE “EDUCAR EN VALORES” PDF
S. Leticia Molina 185-198

POR UMA HISTÓRIA DA FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO DE JACQUES MARITAIN PDF
Névio de Campos 199-221

HERMENÊUTICA E COMPREENSÃO: CONTRIBUIÇÕES PARA UMA FILOSOFIA NA ESCOLA PDF
Robson de Oliveira Silva 222-233

RIZOMA DELEUZE-GUATTARIANO: REPRESENTAÇÃO, CONCEITO E ALGUMAS APROXIMAÇÕES COM A EDUCAÇÃO PDF
Rodrigo Matos de Souza 234-259


Relatos de Experiência
O QUE PODEM AS CRIANÇAS? PDF
Rosana Aparecida Fernandes, Fabrícia Teixeira Borges


260-270







domingo, 27 de setembro de 2015

FILOSOFIA E ESTÉTICA AFRICANA



THÉOPHILE OBENGA - nasceu em Mbaya, na República do Congo, em 1936. Discípulo e amigo de Cheikh Anta Diop, Obenga tem defendido uma perspectiva da história africana reorientada para as preocupações dos investigadores e intelectuais africanos, ansiosos por revisitar a sua herança cultural. Obenga é membro da Sociedade Francesa de Egiptologia, e colaborou com a UNESCO em programas relacionados com a escrita da história africana e da história cultural e científica da humanidade. Obenga conta-se, indiscutivelmente, entre grandes intelectuais africanos contemporâneos.

MARTIN BERNAL - é um estudioso de história política chinesa moderna que afirma que a civilização clássica grega na realidade se originou de culturas afroasiáticas e semíticas, e não apenas da Europa, como tradicionalmente é colocado pelos historiadores.

GEORGE G. M. JAMES – Em seu livro de 1954 Stolen Legacy, James escreve que, entre outras coisas, os gregos antigos não foram os autores originais da filosofia grega , que ele alega foi baseada principalmente em ideias e conceitos que foram emprestados sem reconhecimento, ou mesmo roubados, desde os antigos egípcios .

Dr. Henrique Cunha Júnior
Prof. Titular da Universidade Federal do Ceará





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