domingo, 18 de setembro de 2016

Escolarizando o Mundo - O Ultimo Fardo do Homem Branco



O filme é uma co-produção americana e indiana. Dirigido e editado por Carol Back, aborda de forma contundente o fato de a educação escolar ter servido, ao longo dos últimos séculos, à colonização e estar servindo, atualmente, à homogeneização cultural. Em outras palavras, com o documentário se mostra um lado perverso da educação para o qual nem sempre voltamos os olhos: a possibilidade de, se mal utilizada, a escola servir à extinção das culturas e à perda da diversidade cultural.

Nem sempre a educação e a boa vontade dos educadores se prestam à emancipação e à autonomia. Aliás, esse é um dos aspectos analisados no filme que mais chamam a atenção: em todo o mundo são frequentes ações voluntárias de organizações não governamentais ou de indivíduos bem intencionados em prol da educação de populações locais. Nem sempre, no entanto, essas ações vêm acompanhadas da plena consciência do processo mais amplo em que estão inseridas e que, em geral, envolve a espoliação de territórios e a desvalorização de saberes tradicionais. LEIA 







quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Olimpíada De Filosofia do Estado de São Paulo 2016


INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ O DIA 20 DE SETEMBRO!

Inscreva-se o quanto antes para receber maiores informações sobre a preparação do evento!!!


Contamos com a sua presença!!!





sábado, 20 de agosto de 2016

Sartre e o golpe de 1964


Em trecho de “Sartre: direito e política”, o jurista Silvio Luiz de Almeida resgata uma análise do filósofo francês sobre democracia, capitalismo e o golpe militar no Brasil. “Antes das quimeras da legalidade, o que queremos são as flores da justiça. Flores delicadas, que não podem ser plantadas e colhidas apenas por nós e entre nós, mas, sim, pelas mãos de todos os explorados, seja no Brasil, seja na América Latina, seja na África, seja em qualquer outra parte do globo. A luta pelos injustiçados, assim, ‘não é somente nosso dever, mas nela está nosso interesse, nossa liberdade’”. Leia






segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Estudos Filosóficos: “A Banalidade do Mal e sua tenebrosa atualidade”

Reflexões na companhia de Hannah Arendt & Stanley Milgram

Julgo que Hannah Arendt legou à humanidade uma obra de mérito imenso, tanto para a elucidação de nossos (des)caminhos históricos e de nossas recorrentes atrocidades e tragédias, quanto para reacender o lume de uma sabedoria, hoje em eclipse, baseada numa vida ativa, devotada ao bem público, ao senso crítico, aoconhecimento bem-fundamentado. 

Arendt é uma luz de lucidez que ilumina os tempos sombrios de que infelizmente seguimos contemporâneos, e no qual o estrondo das bombas e dos exércitos continua a falar mais alto do que a paciência da razão, a benevolência da vontade ou a solidariedade de destino. MAIS









quarta-feira, 3 de agosto de 2016

MATERIAIS ALTERNATIVOS NO ENSINO DE FILOSOFIA



PROJETO DE EXTENSÃO/PESQUISA EM ENSINO DE FILOSOFIA

CONVITE:

Caros,
Estamos dando início a um projeto de Extensão/Pesquisa/Ensino relacionado à Licenciatura, dedicado à pesquisa em materiais alternativos para o ensino de Filosofia nas escolas.

Nossa primeira reunião será no dia 27 de julho a partir das 15:30 na UNIFESP Campus Guarulhos, em sala a confirmar.
O projeto é dedicado à pesquisa, utilização e produção de materiais alternativos para o ensino de filosofia nos níveis Médio e Fundamental e pretende ser desenvolvido a médio e longo prazo, incluindo a possibilidade de organização de um laboratório permanente. 

São considerados aqui “materiais alternativos”, e estão no âmbito de nossa pesquisa, dois gêneros diferentes: a) aqueles materiais desenvolvidos para o ensino de filosofia que não utilizam linguagem escrita e/ou conceitual e b) mais especificamente, materiais que não foram desenvolvidos em conexão direta com os conteúdos Filosóficos, mas que podem ser adaptados para uso em sala de aula. 

A pesquisa incluirá, portanto, o uso de filmes, animações, quadrinhos, tirinhas, música (os mais diversos gêneros), jogos (eletrônicos, de tabuleiro, cartas, etc.), poesia, teatro, obras e instalações artísticas em geral, assim como vivências e dinâmicas de grupo com materiais não vinculados diretamente à filosofia, entre outros.

Este trabalho foi iniciado a partir do presente semestre na disciplina de Licenciatura (Filosofia Ensino e Formação I) ministrada por mim e prosseguirá durante a disciplina a ser ministrada no próximo semestre, em paralelo com as reuniões específicas do projeto.

O projeto é aberto a todos os interessados que mantenham algum vínculo com o ensino de filosofia: estudantes, licenciados e professores das redes pública e privada, tanto de ensino regular quanto EJA.

Solicito a gentileza de divulgarem o mais amplamente possível.

Obs: Aqueles que não puderem participar da reunião, mas têm interesse real no projeto, favor enviar email para (materiaisalternativosfilosofia@gmail.com)

Grata,
Profa. Cecilia C. Cavaleiro de Macedo

Indicação: Professor André Nascimento

A Religiosidade Brasileira e a Filosofia




terça-feira, 26 de julho de 2016

Replanejamento – Área de Ciências Humanas 2016


Este documento orienta-se pelos princípios do Currículo do Estado de São Paulo: “uma escola que também aprende”; “o currículo como espaço de cultura”; “as competências como referência”; “prioridade para a competência da leitura e da escrita”; “articulação das competências para aprender”; “articulação com o mundo do trabalho”20. A partir destes princípios básicos, entende-se que, associados aos recursos e materiais didáticos, faz-se necessária uma articulação entre os conteúdos e as habilidades do Currículo, a gestão da sala de aula e o acompanhamento das ações, bem como dos procedimentos de avaliação do professor e da recuperação e reforço, que devem ser oferecidos para todos os alunos, somados às ações que facilitam o acesso aos recursos que garantem para todos os estudantes a aprendizagem, a permanência e a continuidade dos estudos.


É importante reforçar que além das articulações entre currículo, gestão da sala de aula, recursos e materiais didáticos, também o acompanhamento, a avaliação, a recuperação e o reforço contínuos, o acesso e a permanência devem estar presentes nas ações das Diretorias Regionais de Ensino e no cotidiano das Unidades Escolares. Os momentos de planejamento e replanejamento são fundamentais para não perdermos de vista, diante das inúmeras intercorrências do cotidiano, essa necessária articulação. Ainda, são nestes momentos que podemos refletir sobre o que já foi feito, o que pode ser melhorado, as condições de manutenção e o que precisa ser mudado. MAIS


Área de Ciências Humanas, página 61 do documento 



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...