terça-feira, 6 de novembro de 2012

FILÓSOFOS E A EDUCAÇÃO (2) NIETZSCHE


[Filósofos & Educação] - Nietzsche (vol.3)

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Para Nietzsche, a educação deve despertar as potências dionisíacas do homem, o que pressupõe uma crítica radical aos valores da cultura racionalista, presente na filosofia, na ciência e na própria religião. Segundo o filósofo alemão, a filosofia, a ciência, a religião precisam ser superadas, para que o homem possa agir por força de suas potências vitais, pela pulsação da vida, e não da razão lógica. A educação, portanto, deve estar no sentido da busca da liberdade do espírito, na potencialização da vontade de poder do indivíduo e da constituição de um homem superior, sem as amarras da religião, do Estado e dos valores morais ocidentais. 
(Fonte: tvescola.mec.gov.br)

Duração: 23’
Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010



investigacao-filosofica.blogspot.com




   (...) Nascidos após a Segunda Guerra Mundial, os baby boomers foram os jovens do ciclo de manifestações de 1968, os que protestaram contra a Guerra do Vietnã, as ditaduras militares sul-americanas, e a linha dura soviética, em Praga. A eles coube o mérito de popularizarem, quando não de inventarem, o rock’n roll, de capitanear a revolução sexual e de inaugurar novas bandeiras políticas, como o direito das minorias, o desarmamento nuclear e a defesa do meio ambiente. Para Hugues, os filhos daqueles jovens cabeludos, que gritavam palavras de ordem em direção à Casa Branca, seriam exponencialmente mais subversivos. E nesse contexto, Ferris carregaria em si a quintessência da despreocupação juvenil, beirando a figura do super-homem de Nietzsche. Apresentado em seu trabalho Assim falou Zaratustra (publicado pela primeira vez em 1888), o super-homem seria o estágio mais avançado do indivíduo humano. Aquele que rejeita todos os princípios morais, que despreza a religião, os valores e a ciência. Para Nietzsche, o super-homem representaria o apogeu da liberdade, e a negação daquilo que seus contemporâneos viam como o progresso da espécie humana.




Ferris Bueller ( Curtindo a Vida Adoidado ) COMEÇO DO FILME

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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

domingo, 4 de novembro de 2012

EM DEBATE

Dois textos de imprescindível leitura 




filosofia.uol.com.br





Senso comum x Bom senso 
Antonio Gramsci

[Filósofos & Educação] Gramsci (Vol.4)

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filosofia.uol.com.br



Dentro da perspectiva freiriana, a leitura da realidade precede a leitura da palavra. Aprendemos a ler o mundo antes mesmo de decodificar os sinais gráficos das letras. Assim, ler o mundo é tão importante quanto ler a palavra, pois um não está dissociado do outro. São dois momentos que se comunicam no ato de pensar, pois existe uma relação mútua entre a leitura do mundo e a leitura da palavra, entre a linguagem e a realidade, entre o texto e o contexto (FREIRE, 1994).



sábado, 3 de novembro de 2012

A VIRTUDE



Se o pecado sempre foi objeto do interesse e do cometimento humano e se, segundo Santo  Agostinho, “o pecado torna os homens cúmplices uns dos outros”; a virtude, de acordo com Santo Tomás de Aquino, “é um hábito do bem”.

Se cada um dos Pecados está muito bem representado no acervo da Divisão de Obras Raras, em obras de múltiplos conteúdos, tanto literários quanto científicos, impressas desde o século XV; a busca pelas Virtudes é bem mais complexa, posto que o tema é recorrente e quase restrito ao universo da literatura religiosa e moralizante.





tesourobibliografico.wordpress.com


Alegoria da Virtude (mulher com o elemo e um dos seios a mostra), com a Fortuna (sorte) aos seus pés, menosprezando as honras, as dignidades e as riquezas humans (coroas de louros, de oliveira, papal, real etc.), como indignas de sua majestosa generosidade. A Virtude está cercada por suas mais nobres espécies: a Piedade, a Justiça (com a balança), a Prudência (com o espelho), a Fortaleza, a Magnanimidade (com o leão) e a Temperança – todas representadas pelo Anjo, símbolo do Amor (VEEN, 1701, p. 3). 

Fonte: Catálogo da Biblioteca Nacional



ofssudeste2.blogspot.com

A alegoria da Caridade, com a legenda Charitas omnia suffert/A Caridade tudo suporta – I Cor 13,7 (CRAMER, 1624, pt. 2, p. 125).
                                                                 Fonte: Catálogo da Biblioteca Nacional





revistaculturacidadania.blogspot.com

A alegoria do Amor que, com o auxílio da Sorte, vence e expulsa a Inveja, travestida de Ciúme (CUSTODIS, 1622, p. 36).
                                                                                 Fonte: Catálogo da Biblioteca Nacional




quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Divulgando 11 - Seminário de Filosofia


Para maiores esclarecimentos sobre o seminário clique no link abaixo



Indicação:  Prof. Vandei - EE Batista Renzi



sábado, 27 de outubro de 2012

JUVENTUDE E VELHICE


Sobre os contrastes da juventude e da velhice


Creio que se pode traçar uma fronteira muito precisa entre a juventude e a velhice. A juventude acaba quando termina o egoísmo, a velhice começa com a vida para os outros. Ou seja: os jovens têm muito prazer e muita dor com as suas vidas, porque eles a vivem sós para eles. Por isso todos os desejos e quedas são importantes, todas as alegrias e dores são vividas plenamente, e alguns, quando não vêem os seus desejos cumpridos, desperdiçam toda uma vida. Isso é a juventude. Mas para a maior parte das pessoas vem o tempo em que tudo se modifica em que vivem mais para os outros, não por virtude, mas porque é assim. A maior parte constitui família. Pensa-se menos em nós próprios e nos nossos desejos quando se tem filhos. Outros perdem o egoísmo num escritório, na política, na arte ou na ciência. A juventude quer brincar, os adultos trabalharem. 

Não há quem se case para ter filhos, mas quando chegam, modificamo-nos, e acabamos por perceber que tudo aconteceu por eles. Da mesma forma, a juventude gosta de falar na morte, mas nunca pensa nela; com os velhos acontece o contrário. Os jovens acreditam ser eternos e centram todos os desejos e pensamentos sobre si próprios. Os velhos já perceberam que o fim vai chegar e que tudo o que se tem e se faz para si próprio acaba por cair num buraco e de nada valeu. Para isso necessita de outra eternidade e de acreditar que não trabalhou apenas para os vermes. Por isso existe a mulher e os filhos, o negócio ou o escritório e a pátria, para que se tenha a noção de que o esforço diário e as calamidades têm um sentido. 




Nós Que Aqui estamos por vós esperamos

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criticasdefilmes.com.br


Vídeo Poesia - QUEM É VOCÊ?

"Seu Zé"




                      
















Professor Vandei
EE Batista Renzi

Fonte (Vídeo Poesia e Imagem): miraze-miraze.blogspot.com.br 



Morrer...
(Eva Rocha) 

Sei que no dia exato em que me for ou estiver prestes a ir de vez, talvez esta metáfora seja pequena, incoerente e não me diga nada. Pode ser. Pode não ser. Só vou (vamos) saber quando acontecer.
O certo é que vai acontecer, e sem amarguras ou algo do tipo, hoje passou por mim uma sombra, um rabisco do que seria morrer. 
Não no sentido do último suspiro, do último golpe de ar, da última visão,
mas o sentido de estar se indo embora sem perceber a vida toda,
e não darmos conta disso. Acho que ninguém dá mesmo, e mais,
acho que só damos conta disso depois de muitos anos passados,
quando o corpo não mais dá conta de tudo que carregava e começa
a reclamar. Daí, começamos a prestar atenção, de um jeito ou de outro.
Por isso escrevi (porque senti) hoje que:
Morrer deve ser algo que chega assim sem sonhos e sem desejo de emoção, qualquer uma...
deve ser se perder do/dos que causava(m)-nos frio na barriga, lágrimas nos olhos, suspiro, qualquer um...
deve ser um não-querer-seja-lá-o-que-flor...
...não lembrar do jeito que o amor tem, 
...não saber do barulho do mar,
...esquecer a coreografia,
...desaprender a gritar,
...rima sem poesia,
...pra onde se vai, de onde se vem...
...deve ser não ter um amigo pra coar um café
e cantar pra ninguém...
...assim, sem sonho e sem desejo de emoção ou suspiro,
qualquer um...

Professora Eva Rocha 
EE José Benedito Bartholomei







Vanessa da Mata - Onde Ir

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O conto do sábio chinês - Raul Seixas
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O Conto do Sábio Chinês
Raul Seixas

Era uma vez
Um sábio chinês
Que um dia sonhou
Que era uma borboleta
Voando nos campos
Pousando nas flores
Vivendo assim
Um lindo sonho...

Até que um dia acordou
E pro resto da vida
Uma dúvida
Lhe acompanhou...

Se ele era
Um sábio chinês
Que sonhou
Que era uma borboleta
Ou se era uma borboleta
Sonhando que era
Um sábio chinês...



Orientações para organização dos trabalhos dos professores de Filosofia


NOS LINK(S) ABAIXO VOCÊ ENCONTRARÁ  ORIENTAÇÕES DA EQUIPE TÉCNICA DE CIÊNCIAS HUMANAS (EFAP) PARA OS PROFESSORES DE FILOSOFIA














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